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Proteção ao Pedestre já mostra resultados

07/02/2012 - Redação / Fonte: iCarros

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Proteção ao Pedestre já mostra resultados
Em vigor a nove meses, o Programa de Proteção ao Pedestre, ação conjunta entre a Prefeitura de São Paulo e a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) já mostra resultados animadores. A CET realizou um levantamento entre os dias 11 de maio e 31 de outubro de 2008, 2009, 2010 e 2011 para constatar se o programa está efetivamente funcionando.

O objetivo é comparar o número de mortes por atropelamento, assim como atropelamentos e morte de pedestres na ZMPP (Zona de Máxima Proteção ao Pedestre). Na área, que abrange a região central da capital e o entorno da Avenida Paulista, foram registrados em 2011, no período em que o levantamento foi feito, 12 mortes por atropelamento. O número é 42,8 % menor do que o volume de mortes em 2010, quando São Paulo registrou 21 pessoas mortas por atropelamento na região da ZMPP.

Assim como o volume de mortes por atropelamento caiu, o número de atropelamentos também diminuiu. Em 2011 a cidade chegou a 210 pessoas envolvidas com acidentes de carros, contra 298 em 2010 e 280 em 2009.

Prefeitura vai expandir para outras áreas

Segundo o jornalista Reynaldo Turollo Jr. Em uma matéria publicada nesta terça-feira (7) no jornal Folha de São Paulo, a CET vai expandir a área de fiscalização do Programa de Proteção ao Pedestre. De acordo com o texto, a partir de março deste ano, 14 corredores localizados fora da região do centro expandido irão receber os agentes que trabalham especificamente com a ação.

Proteção ao Pedestre – Em funcionamento no centro expandido até a Avenida Paulista a ação é destinada a educar motoristas e pedestres para garantir um trânsito mais seguro. Em sua primeira fase a Prefeitura de São Paulo realizou manutenções nas faixas de travessia e implantou placas com a mensagem: “Na conversão a preferência é do pedestre”, além de realizar limpeza das calçadas e adaptação de guias. Quando a CET iniciou a fiscalização, logo após a fase de testes, foram colocadas em prática autuações baseadas em artigos de trânsito já existentes, mas que os agentes da entidade faziam “vista grossa” na hora de multar.


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